Cinema – Os Livros da Magia (The Books of Magic)

Em Janeiro de 2003, o Comics2Film conversou com representantes da Eagle Cove Productions, sobre diversos projetos baseados em histórias em quadrinhos que estão em desenvolvimento na empresa.

Segundo o site, Os Livros Da Magia, mini-série escrita por Neil Gaiman, não vai mais virar uma produção francesa (conforme notícia anterior) e será adaptada para as telonas para a Warner Bros., empresa do mesmo grupo da editora da HQ, a DC Comics.

O roteiro do longa-metragem, está atualmente nas mãos de Jeff Stockwell, que escreveu The Dangerous Lives Of Altar Boys. Ele está trabalhando sobre um rascunho de Matt Greenberg (Reino de fogo).

Segundo o Hollywood Reporter, em Maio de 2004, os diretores suecos Simon Sandquist e Joel Bergvall já foram contratados para o projeto, que terá a produção executiva do próprio Gaiman. A presença do autor no filme deve deixar os fãs aliviados, já que isso pode significar uma certa fidelidade à obra original.

Vale lembrar que Os Livros da Magia tem como um dos personagens principais John Constantine. Entretanto, é quase certo que ele será removido da história, já que o estúdio está desenvolvendo um filme só dele, estrelado por Keanu Reeves.

Publicada originalmente no Brasil pela Editora Abril e mais tarde republicada pela Opera Graphica, a história apresentou ao mundo Tim Hunter, um garoto com o potencial para tornar-se o maior mago da era moderna, em sua fantástica jornada por eras passadas e dimensões desconhecidas. Ao lado dos mentores ocultistas Constantine, Vingador Fantasma, Mister Io e Hunter/Rose, Tim vai do passado perdido de Atlândida ao reino místico do Sonhar, da origem do homem ao fim do universo – algo que pode gerar uma excelente produção de fantasia… Além do excelente texto de Gaiman a série traz a belíssima arte de John Bolton, Scott Hampton, Charles Vess e Paul Johnson.

Em Outubro de 2005, no seu blog, Gaiman faz um desabafo que tem tudo para estar relacionado ao filme: “Há um filme no qual estou listado como produtor executivo, baseado em algo que eu criei, do qual eu nem recebo mais roteiros para ler. O último que me mandaram tinha tão pouca semelhança com o que eu escrevi que eu sugeri, sem rancor, que ele mudassem o nome do filme e o protagonista para não confundir as pessoas”.

Fonte: Omelete

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